Como iremos trabalhar no pós-pandemia? Descubra dados e insights sobre o futuro dos escritórios brasileiros

Há uma grande chance de você estar lendo este texto enquanto trabalha em casa. E, em paralelo ao home office, você deve ter incorporado hábitos na sua rotina como fazer supermercado online, acompanhar lives no YouTube e realizar compras — de roupas, itens de casa, livros etc. — direto do seu computador ou celular. Essa nova forma de viver intensificada pela pandemia tem se consolidado no dia a dia das pessoas no Brasil e no mundo.

O consumo migrou para o digital, e vários hábitos da nossa vida cotidiana também ganharam uma versão digital-first. E, para se adaptar a essa nova realidade, as pessoas foram ao Google.

O marketing, é claro, também teve que acompanhar essas transformações. Um mantra dos profissionais do Google continuou nos guiando mesmo neste novo contexto: “Conheça o consumidor. Conheça a mágica. Conecte os dois”. Mais do que procurar saber quem são nossos consumidores, quais são seus hábitos, nós procuramos saber quais são as necessidades dessas pessoas para poder ajudá-las.

A mágica, por sua vez, está no desenvolvimento do trabalho de engenheiros e gerentes de produto. E nossa missão, como empresa, é organizar as informações do mundo e torná-las universalmente úteis e acessíveis para todos. E para sermos eficientes nessa conexão, o trabalho do marketing é essencial.

Por isso nos dedicamos a pensar sempre em mensagens consistentes e capazes de fazer a diferença na vida das pessoas. Nosso DNA é digital e nossos usuários estão massivamente online, não apenas comprando, mas trabalhando, se informando, buscando soluções, se divertindo — tudo na internet. Por isso, nada mais natural do que marcar presença nesse território.

Nossos investimentos em formatos de comunicação digital, incluindo, por exemplo, anúncios em sites de notícias, representaram mais de 65% do total investido nos últimos anos no Brasil1. E o alcance das nossas campanhas locais pode ser visto na edição anual do YouTube Ads Leaderboard, o ranking dos anúncios que as pessoas escolhem assistir.

Como marketing, testamos nossas próprias ferramentas para continuar aprendendo e gerando impacto, assim como inspirando outras marcas. Todos os dias, observamos as tendências de busca do Google e no YouTube para entender o que as pessoas estão procurando neste momento sem precedentes.

Acreditamos na mídia programática, que nos permite entregar a mensagem certa para a pessoa certa com precisão, de forma escalável e com mais simplicidade no processo — economizando tempo e priorizando recursos. E também adotamos uma estratégia data-driven, investindo em comunicação com decisões baseadas em insights e dados. Pesquisas multidisciplinares nos ajudam a avaliar afinidades, retorno de cada canal e efetividade do investimento.

Mais recentemente, de março de 2020 para cá, passamos a ter mais urgência nas decisões. As estratégias antes programadas para um tempo maior tiveram que sofrer ajustes de acordo com o cenário dinâmico. Sendo assim, controlar investimentos de mídia no universo digital nos dá maior margem para adaptar nossas campanhas de marketing, garantindo que elas atinjam objetivos de marca e de performance ao mesmo tempo.

Ainda assim, é importante dizer que nós no Google trabalhamos mantendo o foco no consumidor, pensando no equilíbrio da estratégia de comunicação, entre on e offline. Entendemos que uma estratégia multicanal complementar é capaz de conversar com o consumidor em toda a sua jornada e rotina.

Na prática, nossa missão é criar e veicular campanhas da forma mais eficiente possível — e em consonância com o nosso tempo. Em meio ao contexto sem precedentes que vivemos, a demanda das pessoas é a principal motivação para nós, responsáveis pelo marketing. Mais do que nunca, nosso público está online, conectado. Por isso, nosso foco em comunicação no Google não poderia deixar de ser user-first.

Fonte: Think With Google